Desde o momento em que foi comunicado o falecimento da senhora Marinêz Morais, a residência dos seus familiares começou a receber um grande número de pessoas, incluindo familiares, parentes, amigos e clientes de Elias Eletricista, que era o esposo da saudosa dona Marinêz.
Durante todo o tempo do velório, as pessoas se revezavam na casa, de maneira que ela permaneceu lotada o tempo inteiro.
Por volta da meia-noite de sexta para sábado, todos saíram em cortejo em direção ao povoado Barro Rachado, zona rural da cidade de Barão de Grajaú, onde o velório foi dado sequência e, em seguida, ocorreu o sepultamento da dona Marinêz Morais. Avaliando a quantidade de pessoas e as qualidades de cada uma delas, podemos deduzir quão grande ser humano nós perdemos e o céu ganhou.
Desde expoentes da nossa sociedade até pessoas simples, como um senhor que trabalha como flanelinha na praça e, nas horas vagas, vende cajus, todos foram dar o último adeus na despedida da dona Marinêz. "Ela era minha fregueza de caju". Disse com tristeza o flanelinha.
Da redação