Como acontece todas as quartas, no horário das 19h às 21h, os integrantes do grupo de Alcoólicos Anônimos em Floriano estarão reunidos na escola Dorinha Carvalho, em frente à praça da Liberdade, no bairro Sambaíba.
Alcoólicos Anônimos, ou simplesmente AA, é uma irmandade formada por homens e mulheres que buscam entre si forças para viver longe do consumo de bebidas alcoólicas.Essas pessoas tiveram, no passado, problemas causados pelo álcool e hoje, através da troca de experiências, conseguem ter uma vida de sobriedade, evitando o primeiro gole, um dia de cada vez.
Da redação
O Portal jc24horas recebeu e compartilha com nossos seguidores um convite que foi enviado pela corretora de imóveis Eli Arrais, para participar de uma sessão solene que será realizada na Câmara Municipal de Floriano, em comemoração ao dia do corretor de imóveis. Confira o convite na íntegra.
"É com grande satisfação que convido você para participar da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Corretor de Imóveis, promovida pela Câmara Municipal de Floriano, em parceria com o CRECI-PI.
Será um momento especial de reconhecimento à nossa profissão, à trajetória dos profissionais que atuam no mercado imobiliário e à contribuição da corretagem para o desenvolvimento de Floriano e região.
Sua presença será muito importante para prestigiar este momento e celebrar conosco uma categoria que participa diariamente da realização de sonhos, da movimentação da economia e do crescimento da nossa cidade".
Da redação
Uma iniciativa pioneira uniu a comunidade acadêmica, a segurança pública e a comunidade surda em Floriano com um objetivo nobre: salvar vidas por meio da inclusão. Na manhã do dia 15 de setembro de 2026, o auditório da Secretaria Municipal de Educação de Floriano foi palco do evento "Atendimento Humanizado e Comunicação Acessível", que trouxe como tema central a "Comunicação que Salva".
A ação foi idealizada e organizada pelos acadêmicos do Curso de Educação Bilíngue de Surdos do PARFOR/Equidade, da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O foco principal do treinamento foi o Corpo de Bombeiros de Floriano, que contou com a participação de cinco militares engajados em aprimorar o atendimento emergencial. A Polícia Militar também foi convidada para a formação, mas não pôde comparecer.
Roda de conversa e amparo legal
O encontro começou com uma roda de conversa dinâmica e interativa entre os bombeiros, acadêmicos e demais participantes. O debate girou em torno dos protocolos de atendimento à pessoa surda em situações de risco e emergência.
Durante a atividade, foram abordados temas fundamentais para a garantia de direitos e cidadania:
Base Legal da Inclusão: Discussões pautadas na Lei 10.436/2002 (Lei da Libras), no Decreto 5.626/2005 e na Lei 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão - LBI).
Setembro Amarelo: Uma reflexão sensível sobre a campanha de valorização da vida, destacando a extrema importância da escuta humanizada e do acolhimento qualificado.
Prática com a comunidade surda
O grande destaque do evento foi a imersão prática na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Fábio e Juliana, representantes da comunidade surda de Floriano, conduziram as dinâmicas de ensino dos sinais diretamente com os militares. Na oportunidade, os bombeiros aprenderam a identificar se a pessoa socorrida é surda e como estabelecer uma comunicação eficiente em ocorrências onde a fala não é possível.
A formação contou com o apoio estratégico da Coordenadora do Atendimento Educacional Especializado (AEE), Eliene Guimarães, que desempenhou um papel fundamental no diálogo sobre a construção de uma sociedade mais inclusiva.
Trabalho em equipe e cidadania
A atividade foi coordenada pela Profa. Antônia Delcimar Azevedo, com a orientação do Prof. Hercules Xavier do Nascimento. A execução impecável ficou por conta da equipe de acadêmicos do PARFOR/Equidade, composta por Alrideia Cunha, Laurenice Silva, Ana Cleide Gomes, Marilucia Souza, Beatriz Gomes, Renato Oliveira e Cláudia Sousa.
A iniciativa de sucesso deixou claro que a acessibilidade linguística é também uma questão de segurança pública e um direito fundamental da pessoa surda. O recebeu merecidos elogios pela sensibilidade e prontidão em participar da roda de conversa.
Ao final, o evento consolidou-se como um belíssimo exemplo de integração entre a universidade, as corporações militares e a comunidade local, plantando uma semente essencial para que toda a população florianense conte com um atendimento cada vez mais humano, digno e eficiente.
Da redação
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