FLORIANO – Integrantes do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM) participaram, nesta quarta-feira (23), de um curso de atualização voltado para o aprimoramento técnico em "Algemamento e Condução de Presos". A capacitação foi realizada em conjunto com outras forças de segurança que atuam na região.
O objetivo principal do treinamento foi reforçar os conhecimentos práticos e as táticas utilizadas pelos agentes durante as abordagens. O foco das instruções esteve voltado para a aplicação de procedimentos padronizados de algemamento e o transporte seguro de detidos.
Segundo a Seção de Comunicação do 3º BPM, a iniciativa busca garantir que as intervenções nas ruas ocorram com o máximo de segurança tanto para os policiais quanto para os cidadãos. A meta é elevar continuamente o nível profissional do efetivo, assegurando uma atuação estritamente técnica.
Com essa atividade, o comando do 3º BPM reforça as ações de qualificação contínua do policiamento local, visando o aperfeiçoamento dos serviços de segurança pública prestados à comunidade de Floriano e região.
Da redação
O empresário Henrique Constâncio, demonstrando seu compromisso com a evolução contínua e a qualidade dos serviços prestados, marcou presença hoje, 23 de setembro, às 19h, no Auditório do SENAC, acompanhado pelos colaboradores de suas duas empresas, MH Construções que é uma referência no ramo de material de construção na Rua Raimundo Figueiredo cidade de Guadalupe e Click Chaves, um empreendimento novo que fica na Rua Bento Leão na cidade de Floriano.
A participação da comitiva focou nos seguintes pilares:
Capacitação Estratégica: Busca por novas metodologias para aprimorar a jornada e a experiência do cliente em ambos os segmentos (construção e serviços).
Motivação e Alinhamento: Integração das equipes da MH Construções e Click Chaves em um ambiente voltado ao crescimento profissional, visando vender mais e melhor.
Networking e Troca de Experiências: Interação com outros empreendedores e profissionais locais para fortalecer conexões de mercado.
Cultura de Excelência: Fortalecimento do compromisso de Henrique Constâncio em liderar pelo exemplo, investindo diretamente no principal ativo de suas empresas: as pessoas.
Da redação
Em um esforço conjunto para conscientizar a sociedade e reduzir os índices de sinistros nas vias, uma universidade particular sediou uma palestra dedicada à Semana Nacional do Trânsito. O evento reuniu especialistas de diversas áreas, estudantes da rede pública e acadêmicos para discutir o impacto das escolhas individuais na segurança viária.
O Tenente-Coronel Gilson registrou os bastidores e os objetivos do encontro, enfatizando o papel preventivo da educação. "Estamos muito contentes com esse evento. Tivemos a presença de jovens e adolescentes que são e serão os condutores do futuro", afirmou o oficial.
Abordagem multidisciplinar e o impacto dos acidentes
A programação do evento foi pensada de forma estratégica para cobrir os diferentes aspectos que envolvem a mobilidade urbana e a segurança pública. O público pôde acompanhar painéis ministrados por:
Médicos, que detalharam os impactos dos traumas na saúde pública;
Policiais Rodoviários Federais (PRF), que trouxeram a realidade das rodovias e a fiscalização;
Engenheiros de tráfego, que abordaram o planejamento urbano e a infraestrutura das vias.
Durante as apresentações, foram exibidas as duras consequências reais da imprudência, como o depoimento e a realidade de pessoas que sofreram mutilações decorrentes de colisões.
"Foi mostrado aqui o que acontece quando se tem um acidente de trânsito. Pessoas que poderiam — por uma decisão que cabia somente a elas — respeitar as regras de trânsito e evitar estar na situação em que se encontram hoje", alertou o Tenente-Coronel.
Um chamado à reflexão e à cidadania
O encerramento do ciclo de palestras reforçou que a segurança viária não depende apenas da fiscalização ou da engenharia, mas do comportamento de cada indivíduo. A organização do evento reforçou a necessidade de que cada cidadão compreenda seus direitos e deveres ao utilizar o espaço público.
"Precisamos conscientizar as pessoas da importância que nós temos quanto cidadãos e utilizadores da via pública e dos meios de transporte. Esse momento é de reflexão para que a sociedade pense sobre suas atitudes", concluiu o Tenente-Coronel Gilson.
Da redação
Uma denúncia gravada pelo internauta Ricardo Cavalcante, morador da Vila Leão, acendeu o alerta sobre o impacto financeiro do ar nas tubulações de água. Em um vídeo enviado à reportagem, o morador relata indignação ao flagrar o hidrômetro de sua residência girando em alta velocidade, mesmo sem o fornecimento regular de água.
"Tô aqui na Vila Leão e aí eu tava em casa na sala sem televisão, escutei a caixa d'água fazendo zoada, né, como tivesse enchendo, mas só que era só ar. Aí eu fui lá fora no registro, quando eu vi lá girando, uma zoada muito alta, sem parar e nada de sair água na torneira. Agora me explica aí essa situação, meu patrão. Me diz aí, quem é que vai pagar essa conta aí? E que que safadeza é essa daí que tá acontecendo? Me explica aí."
O Problema: Como o ar encarece a conta?
O fenômeno relatado por Ricardo é comum em períodos de interrupção ou racionamento no abastecimento. Quando a água para de circular, a tubulação fica cheia de ar. Assim que o fornecimento é restabelecido, a pressão empurra esse ar para dentro do imóvel.
Como a maioria dos hidrômetros tradicionais mede o volume por rotação (independentemente de ser líquido ou gás), o ponteiro gira rapidamente. Isso significa que o consumidor acaba pagando pelo ar como se fosse água filtrada.
O que diz a lei e quais os direitos do consumidor?
A insatisfação do morador resume a dúvida de milhares de cidadãos afetados pela falha na rede de distribuição:
Responsabilidade financeira: Conforme o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o cliente não deve pagar por um serviço que não utilizou efetivamente. Cobrar por ar configura enriquecimento ilícito por parte da concessionária.
Eliminadores de ar: Diversas cidades e estados possuem legislações locais que autorizam o consumidor a instalar válvulas bloqueadoras ou eliminadoras de ar logo antes do hidrômetro. Esses aparelhos impedem que o ar movimente os ponteiros do relógio.
Contestação da fatura: Caso a conta de água do morador venha com um valor muito acima da média histórica após episódios como este, ele tem o direito de protocolar uma contestação junto à empresa de saneamento exigindo a revisão do consumo.
Como proceder nesses casos?
Registre em vídeo: Assim como Ricardo, grave o relógio girando sem água nas torneiras.
Abra um protocolo: Entre em contato imediatamente com a concessionária local para relatar a falta de água e o disparo do hidrômetro.
Acione o Procon ou a Agência Reguladora: Se a empresa se recusar a abater o valor correspondente ao ar na próxima fatura, o consumidor deve formalizar a queixa nos órgãos de defesa para mediação ou reembolso.
Da redação
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