Dona Francisca está aposentada e trabalhou na Educação do estado do Piauí, e este mês de janeiro foi surpeendida com o não pagamento do benefício. O motivo foi a falta da prova de vida. Para regularizar a situação e voltar a receber a aposentadoria, ela e a filha estiveram na sede do Piauí Previ. O procedimento é obrigatório para todos os aposentados e pensionistas do estado do Piauí. Renan Soares, Diretor de Atendimento da Piauí Prev disse que "O procedimento é importante porque a gente vai garantir o pagamento das pessoas que de fato devem receber seus benefícios". Disse ainda que a Prova de Vida é obrigatório, mas tráz segurança ao pensionista. Quem não realizar o procedimento dentro do prazo terá o benefício suspenso já no mês seguinte, sendo reativado somente após a regularização.
Servidores aponsentados do Poder Executivo estadual, aposentados do Tribunal de Contas e da Assembleia Legislativa, além de militares da reserva e beneficiário de pensão por morte devem fazer a Prova de Vida. O prazo para fazer a Prova de Vida é o mês de aniversário do beneficiário e o procedimento é simples e rápido e deve ser feito via online pelo aplicativo "meu rpps" fazendo login pelo CPF e senha. Segundo o diretor Renan Soares, o procedimento vem desde 2020 e quase todos os beneficiários já têm estas senhas. Assista à reportagem da TV Alepi:
Fonte e imagens: TV Alepi
O quadro 'página de amigos' mostra o reencontro de quatro amigos que se conheceram no ano de 1985, todos na época muito jovens e iniciando suas atividades na carreira militar. Quatro décadas se passaram e o reencontro ocorreu na instituição de saúde que atende os policiais militares do Piauí, e a felicidade e alegria sentidas por eles foi a prova de que, quando a amizade é sólida, nem tempo nem distância faz esquecer os velhos e bons tempos vividos juntos.
Atualmente, esses quatro amigos desfrutam do prazer da aposentadoria, que no termo militar é denominada reserva remunerada, com a consciência do dever cumprido e com o prazer de saber o que é uma verdadeira amizade.
Da redação
Neste final de semana, sábado e domingo, a Guarda Civil Municipal de Teresina, por meio da SEMUSP, realizou mais uma edição da OPERAÇÃO VOLANTES na zona rural da capital.
A ação contou com o apoio integrado do Grupamento de Proteção Ambiental (GPA), da ROMU e do GOC, reforçando o patrulhamento preventivo, a fiscalização e a segurança da população que vive e circula nessas regiões.
Com atuação estratégica e trabalho conjunto, a operação amplia a sensação de segurança, fortalece a presença institucional e reafirma o compromisso da SEMUSP/GCM com a proteção das pessoas, do território e do meio ambiente.
Fonte e foto: Ascom SEMUSP
O Governo do Estado do Piauí sancionou uma nova Lei que estabelece medidas para prevenir, fiscalizar e conscientizar a população sobre o risco e acidentes provocados por animais soltos em vias públicas, especialmente nas rodovias estaduais. A norma, publicada no Diário Oficial - Edição 17/2026, cria a Política Estadual de Prevenção e Resposta aos Sinistros de Trânsito envolvendo Animais.
De acordo com a Lei, fica definido como “animal solto” aquele que não está devidamente contido em propriedade privada, local apropriado ou vias cercadas. A política pública instituída possui caráter multiagências, envolvendo órgãos da segurança pública, meio ambiente, segurança viária, transportes, agricultura e pecuária, com o objetivo de reduzir os índices de acidentes e o número de vítimas.
Entre as ações previstas estão o compartilhamento de estatísticas, indicadores de desempenho e boas práticas; a mobilização da sociedade, de instituições públicas e privadas, do setor empresarial, educacional, técnico e acadêmico; além do planejamento e da melhoria da infraestrutura física e da sinalização em trechos com maior incidência de acidentes envolvendo animais.
A Lei determina ainda que o Poder Executivo estadual, em colaboração com os municípios, promova ações preventivas e campanhas educativas, com foco na conscientização da população sobre os riscos dos acidentes e a responsabilidade dos proprietários em manter os animais devidamente contidos. Também autoriza a celebração de convênios e parcerias com entidades da sociedade civil para fortalecer programas de prevenção, fiscalização e conscientização.
Outro ponto importante da norma é a obrigatoriedade da elaboração de relatórios periódicos, que deverão ser divulgados publicamente, apresentando os resultados das ações de prevenção e fiscalização adotadas.
Alteração na Lei nº 5.802/2008
A nova legislação altera o artigo 3º da Lei nº 5.802, de 15 de outubro de 2008, que trata da apreensão de animais soltos nas vias. Com a mudança, após a apreensão, a Secretaria Estadual de Transportes deverá buscar a identificação do proprietário, que será notificado para informar se deseja ou não resgatar o animal.
O proprietário terá o prazo de cinco dias, a contar da notificação, para realizar o resgate, mediante o pagamento de multa, conforme o porte do animal, sendo de médio porte 100 UFIR-PI por cabeça; e de grande porte 300 UFIR-PI por cabeça.
No ano de 2026, a Unidade Fiscal de Referência do Piauí (UFIR-PI) tem o valor de R$ 4,95, utilizada como base para o cálculo de multas e penalidades previstas na legislação estadual.
Diretoria de Operações de Trânsito
A Secretaria da Segurança Pública do Estado do Piauí (SSP-PI), por meio da Diretoria de Operações de Trânsito, vem desenvolvendo ações voltadas à prevenção de sinistros de trânsito envolvendo animais soltos, por meio da Diretoria de Operações de Trânsito.
Levantamento com dados consolidados aponta que, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025, foram registradas 64 mortes em acidentes de trânsito envolvendo animais no estado, sendo 38 em rodovias estaduais, 7 em rodovias federais e 19 em outras vias. Em 2024, foram contabilizadas 71 mortes, das quais 35 ocorreram em rodovias estaduais, 16 em rodovias federais e 20 em outras vias. Em janeiro de 2026, foram registrados apenas 2 casos.
Para o diretor de Operações de Trânsito da SSP, Fernando Aragão, os números subsidiam o planejamento das ações desenvolvidas pelo órgão e, com a nova lei, vão reforçar a presença da segurança nesses casos. “Esses dados permitem direcionar o trabalho operacional, identificar os locais com maior recorrência de ocorrências e fortalecer as ações de fiscalização e conscientização em parceria com outros órgãos”, finalizou.
Fonte e foto: Ascom SSPPI
Página 17 de 740