A Secretaria de Segurança Pública, por meio da Polícia Civil e Polícia Militar, cumpriu nesta quinta-feira (05) cinco mandados judiciais contra investigados por envolvimento com organização criminosa. A ação é um desdobramento da Operação Faixa Rosa e integra a continuidade das investigações, que identificaram outros envolvidos na estrutura do grupo criminoso.
Com o avanço das apurações, a polícia apontou a participação de membros que desempenhavam funções estratégicas dentro da organização. Entre eles, está um homem identificado como responsável pelo cadastro de faccionados no estado, realizando o controle de entrada de integrantes e atuando na intermediação de conflitos internos do grupo. Durante o cumprimento do mandado, o suspeito reagiu à abordagem policial, sendo rapidamente contido pelos agentes de segurança.
Também foi alvo da operação uma mulher conhecida como “Patroa”, que já havia sido presa anteriormente por força de mandado judicial expedido em investigação relacionada à organização criminosa.
Outro mandado foi cumprido no município de Barreirinhas, no Maranhão, contra uma investigada considerada foragida desde a primeira etapa da operação. Na época, ela não foi localizada em endereços ligados a familiares, pois havia deixado o estado. Após troca de informações entre os setores de inteligência, a suspeita foi localizada e presa antes que pudesse fugir novamente.
O delegado Charles Pessoa destacou que a nova fase reforça o compromisso da Polícia Civil no enfrentamento às organizações criminosas.
“A Operação Faixa Rosa teve um resultado importante na primeira fase, mas as investigações continuaram. Identificamos outros envolvidos que desempenhavam funções estratégicas dentro da organização e representavam papel relevante na estrutura criminosa. Nosso objetivo é desarticular completamente o grupo”, pontuou.
A ação foi coordenada pelo Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) e contou com o apoio da Diretoria de Inteligência da SSP-PI, Núcleo de Operação com Cães (NOC), Guarda Civil Municipal (GCM), Polícia Civil do Maranhão e Delegacia Regional de Barreirinhas (MA).
Fonte e foto: Ascom SSPPI
A Polícia Civil do Piauí, por meio da Diretoria Especializada em Operações Policiais (DEOP), com o apoio operacional do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico – DENARC, realizou, na manhã desta quarta-feira (04/03) a prisão de um homem de iniciais R.T.S.C., de 34 anos de idade, na região do Grande Dirceu, zona sudeste de Teresina.
A prisão é decorrente de uma sentença condenatória transitada em julgado. Segundo o diretor da DEOP, delegado Tales Gomes, o crime ocorreu em outubro de 2017, no bairro Jockey, na zona leste de Teresina, quando R.T.S.C., mediante uso de arma de fogo, rendeu uma mulher que estacionava seu veículo. Na ocasião, além do carro, foram subtraídos joias e aparelhos celulares, e a vítima foi abandonada pelos criminosos minutos após a abordagem.
“Após o trabalho de investigação e monitoramento, a DEOP localizou o alvo, que agora cumprirá pena de 6 anos e 11 meses de reclusão pelo crime de roubo”, completou o delegado Tales Gomes.
O preso será encaminhado ao sistema prisional para o início imediato do cumprimento da pena.
A Polícia Civil do Piauí reafirma o seu compromisso com a sociedade piauiense no combate à criminalidade violenta.
Fonte e imagens: Ascom SSPPI
Na manhã desta quarta-feira, foi furtada uma bicicleta quando o seu proprietário a deixou estacionada em frente a um supermercado localizado na Av. Dirceu Arcoverde, em Floriano. O veículo é o meio de transporte que Geilson utiliza para ir ao trabalho e para a escola. Ele é filho da senhora Adevânia, que entrou em contato com o portal jc24horas pedindo para divulgar uma foto da bicicleta furtada e o número de telefone de contato para a pessoa que tiver informação sobre o paradeiro do veículo.
Segundo a dona Adevânia, uma pessoa enviou uma fotografia da bicicleta jogada no chão pela mulher de nome Fabiana, que é usuária de drogas, mas ela não conseguiu recuperar a bicicleta porque logo em seguida a autora do furto saiu com o veículo novamente.
Da redação
A Polícia Civil do Piauí, por meio da Delegacia Seccional de Altos, deu cumprimento, nesta quarta-feira (03/03), aos mandados de prisão preventiva contra dois homens de iniciais F.J.C.M., de 44 anos de idade, e J.G.A.S., de 23 anos de idade, investigados pelo cometimento de crime de roubo majorado, pelo emprego de arma de fogo.
A ação teve o apoio operacional da Força Estadual Integrada de Segurança Pública – FEISP. Os investigados foram presos no bairro Itararé, em Teresina, após a ação policial.
De acordo com informações obtidas nas investigações, os homens teriam agido em conjunto durante o crime e teriam praticado o delito descrito anteriormente no dia 05 de dezembro de 2025, contra uma família no bairro Tranqueira, na cidade de Altos.
“A família teria sido feita de refém e ameaçada durante a empreitada. Foram levados tablet, notebook e outros objetos”, informou o delegado André Moreno.
A Delegacia Seccional de Altos segue no compromisso de combater os crimes violentos na região.
Fonte e imagens: Ascom SSPPI
A Polícia Militar do Piauí mobilizou equipes especializadas na tarde deste sábado (28) após receber, via Copom, a denúncia de um suposto homicídio no Centro de Teresina. Na ligação, o homem afirmava ter matado uma mulher, o que levou a corporação a tratar a ocorrência com máxima prioridade.
De acordo com o coronel Audivan Nunes, comandante da Rone, as forças policiais foram imediatamente deslocadas para o endereço informado. “A PM foi acionada através do Copom sobre o cometimento de um possível homicídio no Centro de Teresina. Deslocamos as nossas forças policiais, com o Batalhão Rone, Bope até o local, constatamos que era uma comunicação falsa, era um trote”, destacou.
Além da Rone, equipes do Bope também participaram da ação. Ao chegarem ao local, os policiais verificaram que não havia qualquer vítima e que a denúncia se tratava de uma falsa comunicação de crime.
Segundo o comandante, o suspeito foi identificado pelo setor de inteligência da PM e conduzido à Central de Flagrantes de Teresina para os procedimentos legais cabíveis.
Trotes ainda existem, mas vêm diminuindo
O tenente-coronel Cláudio Pessoa, coordenador geral do Copom, explicou que os trotes ainda fazem parte da rotina do serviço 190, mas os índices vêm caindo ano após ano, principalmente pela facilidade de identificação dos autores.
Segundo ele, todas as ligações realizadas aos centros de atendimento e despacho são gravadas, identificadas e georreferenciadas. Isso significa que, além de facilitar a identificação posterior, é possível saber o número do telefone e a localização exata da chamada em tempo real.
“Essa tecnologia, aliada à sanção administrativa, civil e criminal previstas na legislação vigente, como por exemplo, na Lei Estadual nº 7.332, tem contribuído para reduzir consideravelmente a incidência desse tipo de prática. Dados do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) mostram que, das 541.445 chamadas recebidas no período de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026, menos de 1% foram classificadas como trotes, ou seja, ligações que não requisitavam atendimento com caráter de urgência ou emergência”, destacou Pessoa.
Providências adotadas
Conforme o coordenador do Copom, após a identificação do telefone, algumas medidas são adotadas, a depender da situação:
1. Quando crianças realizam as ligações utilizando o celular dos pais, é feito o retorno da chamada para explicar as implicações legais da prática ao responsável adulto.
2. Em casos que envolvem pessoas com sinais notórios de perturbação mental, é realizada vistoria no local e o fato é comunicado ao tutor ou responsável, com orientação para que o aparelho não seja disponibilizado para esse tipo de uso.
3. Quando há prática reiterada de trote com fins de escárnio ou jocosos, os usuários identificados podem ser multados em um valor equivalente a R$ 529,50, após devido processo legal.
4. Se configurado o crime de falsa comunicação, a polícia judiciária adota as providências cabíveis, podendo o autor, além da multa, ser condenado à pena de detenção de um a seis meses.
Impactos do trote
O tenente-coronel Cláudio Pessoa ressaltou ainda que aplicar trote contra órgãos que prestam serviços de urgência e emergência gera consequências graves. Entre elas, o atraso no atendimento a quem realmente precisa, já que o deslocamento desnecessário pode deixar outra ocorrência descoberta.
“Há também o congestionamento das linhas, uma vez que chamadas falsas ocupam atendentes e bloqueiam canais de emergência, impedindo que ligações legítimas sejam completadas”, pontua.
Outro ponto destacado é o risco desnecessário a que os agentes são expostos durante o deslocamento para atendimentos inexistentes, aumentando a possibilidade de acidentes de trânsito envolvendo viaturas e civis.
Fonte e foto: Ascom SSPPI
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