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Fundada como Palestra Itália em 26 de agosto de 1914, a Sociedade Esportiva Palmeiras comemora 102 anos de vida nesta sexta-feira. Na celebração oficial, iniciada na noite de quinta, o clube homenageou seus ídolos e o presidente Paulo Nobre adotou tom de despedida.

70cd9c2af071a4b4e5707268d74aa920Futebol.(Imagem: Fabio Menotti/Divulgação)

Eleito em 2013 e reeleito em 2014, Nobre tem mandato até o fim de 2016. No começo do banquete de aniversário, realizado em uma casa de shows na zona oeste da capital paulista, o presidente agradeceu aos colaboradores durante seu discurso e citou o próximo pleito – a tendência é que o vice Maurício Galiotte concorra pela situação.

“Pensei muito no que dizer a todos os senhores hoje. E as palavras são: ‘muito obrigado’”, afirmou. “É natural que as pessoas fiquem ansiosas com as eleições chegando. Eu digo: ‘calma, palmeirense’. O próximo presidente vai pegar um clube muito mais administrável. Só faço um pedido: vamos seguir unidos em torno do Palmeiras”, discursou.

Na sequência, o clube homenageou os protagonistas do histórico título paulista de 1996, marcado pelo ataque de 102 gols. Chamados ao palco, Cafu, Luizão, Galeano, Velloso, Elivélton e Flávio Conceição receberam placas comemorativas das mãos de Paulo Nobre.

A arqueira Sarah Nikitin e o atacante Gabriel Jesus, representantes do Palmeiras nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, também ganharam placas. O goleiro Fernando Prass e o zagueiro colombiano Yerry Mina, impedidos de participar dos Jogos por lesão, não foram esquecidos.

Aos 92 anos, Ary Mantovani, autor de dois gols olímpicos no mesmo jogo em 1946, também foi homenageado e aplaudido de pé. O Palmeiras ainda aproveitou para celebrar a Copa Rio 1951 e ofereceu aos convidados uma lembrança alusiva ao torneio, reconhecido pela Fifa como o primeiro mundial interclubes.

Na parte final da festa, foram ao palco os ganhadores da Copa do Brasil 2015, entre eles Zé Roberto, Dudu e Lucas Barrios, além de Fernando Prass e Gabriel Jesus. O grupo recebeu faixas comemorativas, acompanhou um vídeo com lances da campanha e, já depois da meia-noite, brindou pelos 102 anos do Palmeiras ao som do hino do clube.

Símbolo da Academia de Futebol, o ex-jogador Dudu marcou presença na celebração. Assim como Evair e César Sampaio, ídolos dos anos 1990. O clube ainda montou uma exposição com alguns dos principais troféus de sua história, como a Taça Savoia, o prêmio pelo Paulista 1993 e uma réplica da Copa Libertadores 1999.


Fonte: msn

A temporada de Cristiano Ronaldo foi coroada com mais um troféu nesta quinta-feira. Campeão da Liga dos Campeões com o Real Madrid e da Eurocopa com Portugal, o atacante português foi eleito pela Uefa o melhor jogador da Europa em 2015/2016, superando Gareth Bale e Griezmann para receber o prêmio ao fim da cerimônia do sorteio da fase de grupos da Champions. No feminino, a vencedora foi a norueguesa Ada Hegerberg, campeã e artilheira da última Liga dos Campeões com o Lyon.

8dae192435e6604f4992175ac5eb7a6dCristiano Ronaldo é eleito melhor pela Uefa após títulos.(Imagem:Divulgação)

- Claro que estou feliz, foi uma temporada incrível. Não seria justo se eu não mencionasse esses dois jogadores incríveis, esses dois jogaram demais também. Griezmann me desculpe por você ter perdido as duas finais (por Portugal e Atlético de Madrid), mas acho que você merece também - brincou o camisa 7 ao lado do francês no palco em Mônaco.

Esta foi a segunda vitória de Cristiano Ronaldo, que já havia levado o prêmio em 2013/2014, quando o Real também conquistou a Champions. Na última temporada, além do título, o português foi também o artilheiro da Liga dos Campeões, com 16 gols, e levantou o troféu de campeão da Euro, apesar de ter se machucado no início da final. CR7 fez também 56 gols em 59 jogos.

- Meu maior sonho era ser jogador de futebol e ter sucesso. É isso, sonhos se realizam.

No feminino, Ada Hegerberg fez 13 gols na última Liga dos Campeões feminina, inclusive marcando no empate por 1 a 1 com o Wolfsburg na final, vencida pelo Lyon nos pênaltis - ela, aliás, desperdiçou sua cobrança. Para ganhar o prêmio, a norueguesa superou sua companheira de time Dzsenifer Marozsán, campeã olímpica com a Alemanha e autora de um gol na decisão na Rio 2016, e a francesa Amandine Henry, do Portland Thorns.

Fonte: G1

Uma oferta da Nike para vestir a seleção uruguaia, cinco vezes maior do que a feita pela Puma, uniu as estrelas da celeste contra a AUF, a federação do país, e pode até fazer com elas abandonem o time, que na próxima semana joga pelas eliminatórias para a Copa de 2018.

9088c39c6a14d7ee2105350611c4e420Astros do Uruguai se unem, peitam federação e ameaçam deixar seleção.(Imagem;Divulgação)

No meio da disputa, está a nebulosa relação entre uma empresa, a Tenfield, e a federação uruguaia. Há 18 anos é essa companhia que tem os direitos sobre a seleção duas vezes campeã mundial, faturando com verbas de televisão e também fazendo a intermediação de patrocínios, como o da Puma.

Para quebrar esse monopólio, estrelas uruguaias, lideradas pelos zagueiros Godín e Lugano, e com apoio do astro Suárez, conseguiram oferta da Nike de US$ 3,5 milhões (cerca de R$ 11,5 milhões) por ano para AUF. Isso é praticamente cinco vezes o que a Puma oferece: US$ 750 mil, ou R$ 2,4 milhões.

Boa parte dos jogadores da seleção não tem qualquer vínculo com a Nike. O objetivo deles é apenas melhorar as condições financeiras do futebol uruguaio, que tem recursos bastante modestos e vê seus jogadores deixando o país ainda jovens.

Mesmo com diferença tão grande, os cartolas uruguaios não chegaram a uma conclusão sobre qual oferta aceita em reunião na semana passada. E isso uniu os jogadores.

Uma enxurrada de trocas de mensagens por Whatsapp fez os atletas prometerem que vão lutar contra o "monopólio de 20 anos" na federação. E divulgaram comunicado exigindo "dignidade, transparência e respeito pelas pessoas".

E, segundo o jornal uruguaio ‘El País', podem ir mais longe caso em nova reunião nesta terça-feira os dirigentes não mostrem uma proposta da Puma igualando a oferta da Nike.

Caso isso não aconteça, os jogadores dizem que não vão mais ceder seus direitos de imagem. Na prática, isso inviabiliza que eles continuem jogando pela seleção.


Fonte: ESPN

Nesta segunda-feira, foi realizado o quarto dia de competições da etapa do Taiti da Liga Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês).

Dos seis brasileiros que iniciaram a disputa, metade se classificou, inclusive o campeão mundial de 2014 Gabriel Medina. Ítalo Ferreira, Alejo Muniz e Alex Ribeiro caíram no terceiro round. Bruno Santos bateu o líder do ranking Matt Wilkinson e segue na competição, assim como Jadson André.

6b0cb88ac277bda9404290fecdd57c9eSurfe: Medina vence bateria e avança no Taiti; três brasileiros são eliminados.(Imagem:Divulgação)

Gabriel Medina disputou a última bateria do dia e não teve problemas para vencer o australiano Kai Otton. Com o mar baixo, o brasileiro se mostrou mais eficiente, conseguindo um 6,83 e um 8,83 nas duas ondas que surfou, resultando em 15,66 pontos. Otton, por sua vez, pegou as cinco ondas, mas não obteve pontuação suficiente para vencer.

Primeiro a cair na água nesta segunda, o potiguar Ítalo Ferreira não conseguiu pegar boas ondas e caiu diante de Keanu Asing. O brasileiro surfou oito ondas no total para garantir a somatória de 12,43 pontos (um 7,50 e um 4,93), enquanto o havaiano conquistou um importante 8,40 na quinta onda que, somado a uma nota 5,67, lhe garantiu a vitória na bateria com 14,07 pontos.

Na quarta bateria do dia, Alejo Muniz também sofreu com as ondas de Teahupoo e não conseguiu um bom resultado. O argentino naturalizado brasileiro, criado em Santa Catarina, teve um 3,90 e um 3,43 como melhores notas, somando 7,33 pontos no total, e foi facilmente superado pelo australiano Adrian Buchan, que marcou 15,50 pontos.

Outro brasileiro eliminado, Alex Ribeiro não foi páreo para o habilidoso John John Florence, que precisou de apenas duas ondas para ganhar a bateria. O havaiano fez 13,33 pontos (7,50 e 5,83), o suficiente para bater o paulista, que pegou dez ondas, porém conseguiu somar somente 8,57 pontos (5,40 e 3,17).

Quem surpreendeu foi Bruno Santos, que superou o atual líder do ranking Matt Wilkinson. O carioca de Niterói surfou nove ondas e teve como melhores notas um 6,83 e 5,50, que resultaram em 12,33 pontos totais contra apenas 6,83 pontos do australiano, que conseguiu pegar somente duas ondas (4,90 e 1,93).

Na nona bateria, Jadson André se superou no final e bateu Sebastian Zietz em uma disputa equilibrada. O brasileiro venceu por 12,07 a 9,57 e teve como melhores notas um 5,30 e um 6,77 na última onda, que assegurou a vitória.


Fonte: msn

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