Na noite de 02 de setembro, no clube Barraca do Bode, aconteceu a posse de Julimar Lima Júnior como presidente da associação de moradores do bairro Manguinha, tendo sido eleito no dia 07 de julho por aclamação por ser candidato único, substituindo a presidente Edineide Silva. Participaram do evento o prefeito de Floriano, Professor Antônio Reis Neto, o presidente da Câmara Municipal de Floriano, Marcony Alisson, secretários municipais e representantes de diversas associações de moradores da nossa cidade.
A solenidade começou com o canto do hino de Floriano, os pronunciamentos das autoridades presentes, que elogiaram o trabalho feito por Edineide Silva, ao mesmo tempo em que desejaram sucesso para o novo gestor da entidade, o juramento dos novos diretores e a entrega de certificados pela atuação aos ex-diretores. A associação de moradores do bairro Manguinha tem sede própria e apresenta uma das melhores estruturas em comparação às demais associações. Em comunicado enviado ao Portal jc24horas, Edineide Silva lembrou do grande trabalho que foi iniciado pelo ex-presidente Vicente da Manguinha que foi o primeiro presidente e responsável pela compra do terreno. "O Vicente tem um legado muito forte na associação de moradores". Disse Edineide.
Da redação
Na tarde de ontem, 03 de setembro, um acidente envolvendo duas motocicletas deixou uma pessoa ferida, que aconteceu na BR 343, em frente ao MR Sports.
Segundo informações da nossa reportagem, houve um pequeno desentendimento entre as pessoas envolvidas no acidente. Uma equipe do Samu foi acionada, mas apenas uma pessoa teve ferimentos leves. Os nomes dos motoristas envolvidos no acidente não foram divulgados.
Da redação
Neste dia 03 de setembro, a cidade de Floriano recorda com saudade e respeito os três anos do falecimento de Francisco, popularmente conhecido por toda a comunidade como Chico Pea Onça. O motorista aposentado e ex-candidato a vereador partiu na noite de 4 de setembro de 2023, após sofrer um mal-estar em sua residência, deixando um legado de amizade e liderança popular.
Uma trajetória marcada pela autenticidade.
Chico Pea Onça era uma figura muito querida na região. Profissionalmente, dedicou anos de sua vida às estradas como motorista aposentado. Na política, levou sua vontade de trabalhar pelo povo para as urnas no ano de 2012, quando concorreu ao cargo de vereador em Floriano.
Voz forte e presença marcante.
Aqueles que conviveram com Chico lembram com carinho de sua personalidade vibrante. Ele era conhecido por possuir uma voz de timbre forte e palavras seguras, características que usava para defender suas ideias e dialogar com os moradores de Floriano
Três anos após a sua partida, a ausência de sua figura carismática ainda é sentida, mas sua memória segue viva entre os familiares, amigos e na história política local como um exemplo de simplicidade e cidadania.
Da redação
Uma mãe desesperada fez um apelo público aos comerciantes de Floriano para que não vendam nem forneçam bebidas alcoólicas ao seu filho, Jonas. A postagem foi enviada por Dona Rosalvir ao portal jc24horas acompanhada de uma foto do jovem. Jonas possui transtorno mental e é paciente assistido pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).
Na publicação, Dona Rosalvir ressalta o sofrimento da família e faz um alerta importante a toda a comunidade. Ela lembra que fornecer bebida alcoólica a pessoas com vulnerabilidade mental severa ou incapacidade de discernimento pode ser enquadrado como crime, além de agravar drasticamente o quadro de saúde do rapaz. O apelo busca sensibilizar os donos de bares, mercearias e conveniências para que barrem a venda ao identificar o jovem.
A mistura de bebidas alcoólicas com medicações psiquiátricas e transtornos mentais traz riscos severos:
Crises agressivas ou surtos provocados pela desestabilização química no cérebro.
Anulação do efeito dos remédios controlados fornecidos pelo CAPS.
Exposição a riscos de violência, acidentes de trânsito e vulnerabilidade nas ruas.
O que diz a Lei?
Vender ou servir bebidas alcoólicas a pessoas que visivelmente não têm o pleno discernimento de seus atos devido a condições mentais pode configurar o crime de exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo direto e iminente (Artigo 132 do Código Penal). Dependendo do caso e da vulnerabilidade da vítima, a conduta também pode ser interpretada como maus-tratos ou omissão de socorro, gerando severas penalidades criminais aos estabelecimentos.A família apela pela empatia e vigilância dos comerciantes locais para proteger a vida de Jonas e garantir a eficácia do tratamento que ele já recebe na rede pública.
Da redação
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