Nos primeiros seis meses do ano, dados levantados pela Equatorial Piauí apontam que foram registradas 748 ocorrências de falta de energia provocadas por acidentes de trânsito que atingiram postes e outros componentes do sistema elétrico. Esse número representa uma média de quatro episódios por dia. O levantamento indica ainda que 76.885 clientes tiveram o fornecimento interrompido, gerando transtornos à população.
Muitos dos acidentes causam dados severos às estruturas de distribuição de energia, exigindo um maior tempo na recomposição e troca de postes, cabos e outros equipamentos danificados. Devido à complexidade, o atendimento necessita de equipes especializadas para restabelecer a energia aos clientes impactados. Com base no Artigo 927 do Código Civil, quando é possível realizar a identificação do condutor ou do proprietário do veículo responsável pelo abalroamento, ele é responsabilizado pelos danos materiais e serviços de reparação.
Teresina tem o maior número de registros no semestre com 95 casos e mais de 12 mil imóveis sem energia por conta dos acidentes. Quatro municípios localizados no sul do estado acompanham a capital no topo do ranking. São Raimundo Nonato vem em segundo lugar com 77 ocorrências, acompanhado de Uruçuí (37), Picos (28) e Floriano (27). Na região litorânea, Parnaíba aparece com 18 casos. Esse cenário gera custos elevados para a reposição e manutenção das estruturas afetadas.
Além da falta de luz, as ocorrências também provocam riscos à segurança de quem passa pelo local. “Quando ocorre algum acidente de trânsito envolvendo postes, orientamos a população para que não se aproxime de fios e cabos partidos ou caídos e que não toquem em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede elétrica”, destaca Abraão Galeno, Executivo de Estudos e Desempenho do Sistema da Equatorial Piauí.
Para priorizar o atendimento e garantir a segurança na área afetada, a Equatorial Piauí destaca que em casos de acidentes de trânsito envolvendo estruturas de distribuição de energia, a população deve informar a ocorrência imediatamente por meio do 0800 086 0800 ou pela Clara, assistente virtual no WhatsApp, através do número (86) 3228-8200.
Fonte: Ascom Equatorial
Procura-se pessoas que queiram receber cães para adoção com as seguintes características
- filhotes de um mês e meio de vida,
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- porte grande.
- seis filhotes de pelagem marrom.
Contato
(89) 994065843
Sra. Karina Samuel.
Da redação
O Coronel Luiz Gonzaga Ferreira faz parte dos militares da reserva remunerada do Corpo de Bombeiros Militar do estado do Piauí, tendo cumprido com louvor a sua missão de salvar vidas ou resgatar os corpos daqueles cujas vidas já não era possível salvar. Paralelo ao compromisso de bombeiros, ele encontrou na doação de sangue outra forma de ajudar o próximo e o fez durante 50 anos de sua vida.
Ele mora em Teresina, mas esteve de passagem pela cidade de Floriano na manhã de hoje, vindo de uma viagem que fez à cidade de Palmas, no Tocantins. O oficial fez uma visita ao Hemocentro, onde conversou com a coordenadora Eliomara Feitosa, que ficou muito feliz com a presença de um cidadão que é um verdadeiro exemplo na prática da doação de sangue.
Eliomara agradeceu a visita e disse que o visitante serve de exemplo, principalmente para os jovens. Durante sua fala na entrevista, o coronel enfatizou as dificuldades de doadores neste período e reforçou os pedidos para que as pessoas façam suas doações.
Da redação
A experiência mostra que é no mês de julho que os centros de coleta de sangue do Piauí têm a maior queda no número de doadores, por diversos motivos, sendo um dos principais o fato de ser período de férias, quando muitos doadores viajam e evitam praticar esse gesto solidário. Em contrapartida, aumenta o número de pedidos de bolsas de sangue por parte das instituições de saúde, o que resulta num crescimento inversamente proporcional.
Na manhã desta segunda-feira, 13 de julho, a coordenadora do Hemocentro de Floriano, Eliomara Feitosa, concedeu uma entrevista ao Portal jc24horas falando sobre essa situação e confirmando que este mês tem sido um dos piores em relação aos anos anteriores. Ela disse que a queda no número de doadores já era esperada e que, a cada ano, essa queda tem sido mais significativa. "É uma demanda enorme de pessoas precisando de doação de sangue e de plaquetas". Além da cidade de Floriano, outros municípios dependem do nosso hemocentro, o que aumenta ainda mais a demanda. Nossa entrevista encerra com a coordenadora dizendo o horário de funcionamento da instituição e fazendo um pedido a todas as pessoas, inclusive os doadores fidelizados com esse ato. Confira a entrevista.
Da redação
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