O líder comunitário Antônio Nunes voltou de Brasília depois de fazer a segunda viagem na tentativa de realizar o transplante de coração que tanto precisa para sobreviver. Essa luta já dura oito anos e, à medida que o tempo passa, aumenta o seu sofrimento. "Tive que vender tudo o que eu tinha para ir a Brasília", disse Antônio Nunes em um vídeo gravado e enviado ao jc24horas.
Ele afirmou que foi abandonado pela família e pelos amigos, lembrou os 30 anos que passou como presidente da associação de moradores do bairro Sambaíba, dos eventos de doação de cestas básicas, e que tudo isso foi esquecido pelas pessoas, segundo ele. Além do problema cardíaco, Antônio enfrenta problemas de visão, no baço, na coluna e em outras partes do corpo, e seu auxílio BPC foi cortado. No vídeo, Antônio Nunes menciona a falta de iniciativa dos políticos em relação ao seu caso. "É de cortar o coração o meu sofrimento. Eu estou gritando por dentro há oito anos", disse Nunes. Ele tem denunciado sua situação em vídeos que viralizam nas redes sociais com milhões de visualizações mas os políticos não vem os vídeos, ou se veem não fazem nada. Ele disse ainda que está na casa de uma amiga morando de favor e a qualquer momento pode ter que morar na rua porque não sabe até quando poderá ficar na casa dessa amiga.
Da redação
O advogado Otoniel Bisneto concedeu uma entrevista ao portal jc24horas informando que o sargento Mota não foi excluído das fileiras da Polícia Militar do Piauí, conforme publicado em quase todos os meios de comunicação da capital.
O Dr. Otoniel disse que tudo o que existe é uma decisão do comandante-geral da corporação, mas que ainda cabe recurso, estando dentro do prazo, e que há dois recursos a serem protocolados para corrigir o que ele denomina de erro gritante do atual comandante. Enquanto isso, o sargento Mota permanece trabalhando normalmente e os recursos serão utilizados enquanto houver possibilidade. Na entrevista, realizada por chamada de vídeo, o causídico fez duras críticas ao trabalho do inquérito, que segundo ele 'já nasceu torto'. Ele elogiou o trabalho da corregedoria, mas não poupou críticas ao trabalho do presidente do inquérito, que foi remetido à justiça militar. Ao final da entrevista, o Dr. Otoniel desafiou o comando da PM a apurar duas denúncias de violência doméstica praticadas por dois oficiais. "Se ele apurar eu me silencio". enfatizou o nosso entrevistado.
Da redação
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