Na noite de ontem (31), os membros da AAFLOR (Associação de Artistas de Floriano e Região) fizeram seu primeiro encontro, e o local não poderia ser outro senão o tradicional Restaurante o Djalma, situado às margens do Rio Parnaíba desde os anos áureos do Cais da Beira Rio.
Num ambiente descontraído e acima de tudo democrático, os membros ouviram, além de boa música cantada por ícones da noite Florianense, versos poéticos declamados ao ar livre, sob o olhar materno da lua do Cais e o deslizar tranquilo das águas do Velho Monge. O agitador cultural Jardell Vianna conduziu com maestria a pauta do encontro, além de cantar para os presentes.
“A AAFLOR é uma criança que nasceu correndo, pois é fruto da indignação de artistas locais com o tratamento dado a determinadas vertentes da cultura local”, disse Abdias Castro, um dos idealizadores da agremiação artística. De fato, a palavra de ordem na reunião foi “inclusão e diversidade”, e a presença memorável de artistas celebrados em décadas passadas, provou a importância da AAFLOR como órgão de valorização e resgate. A agente cultural Anízia Carvalho expressou bem o sentimento geral, ao dizer que “ser artista não é uma escolha, está no DNA, e fazer arte é acima de tudo um ato de resistência.
O Jc24horas não poderia ficar de fora e esteve presente, tendo inclusive o Themístocles Filho cantando e declamando poesia autoral.
Ouvido pelo Jc24horas, ouviu o poeta José Paraguassu: “Meu amigo, a AAFLOR surgiu da insatisfação de como a Cultura de Floriano está sendo tratada. Porque em Floriano Cultura é só futebol, carnaval, São João e esquecem os outros seguimentos, a literatura, que é a mais desprezada, a música e outros seguimentos da Cultura que tem que ser valorizados. A identidade de um povo é a arte que ele produz. Nós aqui estamos representando a nossa cidade. A Cultura produzida aqui é que representa a nossa cidade. Então, diante da insatisfação dos artistas de Floriano, decidimos criar a AAFLOR”, disse o escritor.
A AAFLOR promete novos encontros e movimentos de resistência em busca de soluções para as causas que abraçou, e pela impressão do primeiro encontro dos membros, vem coisa boa por aí. A associação já conta com quase 50 artistas e prevê para os próximos meses a chegada de mais 50.
Da redação: Abdias Castro
Muito embora a festa do arrastão tenha transcorrido num clima de tranquilidade, um problema que só é percebido no dia seguinte poderia ser facilmente evitado. Estamos falando do rastro de sujeira que inclui garrafas de cerveja, refrigerantes e outras bebidas vendidas em embalagens de vidro, que poderiam ser substituídas por garrafas PET, que também gerariam lixo, mas não apresentariam o risco de ferir pessoas, como acontece com as garrafas de vidro.
Nossa reportagem registrou a situação na Avenida Fauzer Bucar, no momento em que as equipes do serviço de limpeza pública realizavam seu trabalho. Fomos informados de que, no ano passado, muitas crianças e adolescentes deram entrada na UPA com ferimentos causados por cacos de vidro, um fato que, felizmente, este ano não se repetiu. O objetivo da matéria é apenas alertar as autoridades, afinal, o carnaval está apenas começando.
Da redação
A cantora Virna Lise é natural de Teresina mas tem vida ativa e profissional também em São luiz -Maranhão, onde cresceu convivendo com uma família composta só de músicos, tendo herdado o talento do pai professor José Luiz e do avô maestro Luiz Santos que eram músicos e hoje estão em saudosa memória.
A cantora está enfrentando um problema de saúde e os familiares, artistas e admiradores estão realizando uma campanha para auxiliar a artista no custo das despesas hospitalares, considerando que o problema afetou exatamente a voz que é o seu instrumento de trabalho e consequente sustento. O portal jc24horas compartilhou a postagem que foi publicada nos grupos para que a nossa audiência possa somar nessa luta cujo objetivo é devolver a saúde à cantora e a cantora aos palcos. Confira a postagem.

Hoje nos unimos por amor, fé e solidariedade para apoiar a cantora Virna Lisi.
Virna foi diagnosticada com um tumor no mediastino que atingiu a laringe e as cordas vocais, afastando-a do canto e exigindo tratamento contínuo.
Toda ajuda é bem-vinda — seja com doações ou orações.
Vamos juntos apoiar a Virna nesse momento.
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Caixa Econômica
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