Como acontece todas as quartas e todos os sábados, no horário das 19h às 21h, os integrantes do grupo de Alcoólicos Anônimos em Floriano estarão reunidos na escola Dorinha Carvalho, em frente à praça da Liberdade, no bairro Sambaíba. Alcoólicos Anônimos, ou simplesmente AA, é uma irmandade formada por homens e mulheres que buscam entre si forças para viver longe do consumo de bebidas alcoólicas. Essas pessoas tiveram, no passado, problemas causados pelo álcool e hoje, através da troca de experiências, conseguem ter uma vida de sobriedade, evitando o primeiro gole, um dia de cada vez.
Da redação
Diante do grande número de doações que um grupo de mulheres florianenses conseguiu arrecadar de roupas e alimentos para as pessoas carentes, e considerando o fato de que em nossa cidade existem muitas famílias necessitadas que sofrem durante todo o ano, vários internautas entraram em contato com nossa reportagem sugerindo que essas campanhas fossem realizadas em outras datas do ano, não apenas durante o período de fortes chuvas.
Nossa reportagem entrou em contato com Graça Sousa, idealizadora da iniciativa, para apresentar essa sugestão, e no momento em que chegamos à sua residência, ela estava reunida com outras mulheres voluntárias, mais uma vez para levar alimentos e roupas para as pessoas que estão sofrendo as consequências das fortes chuvas. Alguns internautas quiseram saber para onde estava sendo levado o material arrecadado, pois desejam ajudar, seguindo o exemplo do grupo de mulheres. Confira o que diz Graça Sousa.
Da redação
Desde as 13h do dia 08 de fevereiro, os familiares do senhor Joel José de Sousa estão aflitos com o seu desaparecimento. Ele reside na cidade de Uruçuí, mais precisamente no assentamento Flores, onde foi visto pela última vez. Eles estão realizaram buscas em mutirão com amigos, mas até o momento não conseguiram descobrir o paradeiro do senhor Joel.
Eles lamentam a ausência do Estado, que poderia participar com o envio de homens especializados e estruturas como drones ou até mesmo helicópteros. As autoridades do nosso estado deveriam se espelhar no exemplo do Maranhão, que não abandona os seus em situações assim. Tivemos exemplos das crianças desaparecidas na cidade de Bacabal, onde toda a estrutura possível foi utilizada, e em Barão de Grajaú, no desaparecimento de um estudante, foi enviado reforço com Corpo de Bombeiros, canil e helicóptero. É uma triste comparação e constatação do que vale a vida de um piauiense para os governantes deste estado.
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