O homem identificado como Anildo Nonato foi vítima de atropelamento na noite de ontem, enquanto andava de bicicleta pela BR 230 em frente ao posto fiscal da cidade de Barão de Grajaú, no Maranhão. Segundo informações obtidas por nossa reportagem, o condutor do veículo que o atropelou evadiu-se do local sem prestar socorro à vítima.
O atendimento foi realizado por populares, que acionaram uma equipe do serviço médico, que conduziu o senhor Anildo para o Hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano. Não temos informações sobre o seu estado de saúde. Até o momento da publicação deste vídeo, os familiares da vítima ainda não haviam sido identificados para serem informados do ocorrido.
Da redação
Passados exatos 30 dias do falecimento do jornalista, radialista e repórter Joílson Leandro de Moraes, a cidade de Floriano e a imprensa piauiense ainda tentam absorver a ausência de uma de suas vozes mais marcantes. O comunicador faleceu aos 67 anos de idade, no dia 23 de abril de 2026, em Teresina, após lutar contra complicações decorrentes de um infarto. Um mês depois, o sentimento coletivo na "Princesa do Sul" alterna entre a profunda saudade e o reconhecimento de uma carreira irreparável.
A trajetória final de Joílson começou a mobilizar o público na metade de abril, quando ele se sentiu mal e deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Floriano. Devido à gravidade do quadro cardíaco, precisou ser transferido às pressas para a capital do estado. Durante o período de internação — que incluiu passagens por hospitais de Teresina e procedimentos de alta complexidade —, redes de apoio e correntes de orações formaram-se entre ouvintes, telespectadores e companheiros de profissão. Apesar de leves sinais de melhora que renovaram as esperanças na véspera de sua partida, o repórter não resistiu.
Joílson Leandro era a definição do comunicador popular. Sua carreira confunde-se com a própria história recente da mídia local, atuava com destaque como repórter na TV Tropical, levando os fatos do cotidiano com precisão e seriedade, construiu uma identidade forte por meio dos microfones de emissoras tradicionais, como a Rádio Alvorada, unindo carisma e defesa da comunidade.
Além do jornalismo, atuou como educador e instrutor de fanfarras, deixando marcas profundas na formação de jovens florianenses.Sua marca registrada era a proximidade humana. Colegas de imprensa relembram que, independentemente das dificuldades do dia a dia ou dos atrasos comuns à profissão, Joílson mantinha o sorriso no rosto e a generosidade com os novatos.
Da redação
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