A Banda 16 de Agosto será a grande atração da próxima edição do projeto Concertos Matinais 2026, promovido pelo Palácio da Música. O concerto "Sem Fronteiras" acontecerá no próximo domingo, 5 de julho, às 11h, no Teatro do Palácio da Música, com entrada gratuita.O espetáculo levará ao público um repertório diversificado, reunindo obras que atravessam diferentes estilos, épocas e culturas, evidenciando a versatilidade e a qualidade musical da Banda 16 de Agosto. A proposta do concerto é aproximar o público da música de concerto.
O projeto Concertos Matinais tem como objetivo democratizar o acesso à música, valorizando os grupos artísticos do Palácio da Música e incentivando a formação de novos públicos para a música instrumental.
A Banda 16 de Agosto convida toda a comunidade para prestigiar esse momento especial e vivenciar uma manhã repleta de boa música e cultura.
Gustavo Cipriano
Assessoria de Comunicação do Palácio da Música
.Como acontece todos sábados, no horário das 19h às 21h, os integrantes do grupo de Alcoólicos Anônimos em Floriano estarão reunidos no colégio Getúlio Vargas, que fica localizado na praça do bairro Catumbi.Alcoólicos Anônimos, ou simplesmente AA, é uma irmandade formada por homens e mulheres que buscam entre si forças para viver longe do consumo de bebidas alcoólicas.Essas pessoas tiveram, no passado, problemas causados pelo álcool e hoje, através da troca de experiências, conseguem ter uma vida de sobriedade, evitando o primeiro gole, um dia de cada vez.
Da redação
A internauta de nome Tania encontrou um cartão bancário com validade até 2029. Mesmo estando em mau estado de conservação, como o documento não está vencido, existe a possibilidade de a pessoa que o perdeu estar precisando dele. Por isso, ela gravou um vídeo e enviou ao Portal jc24horas para que, através da publicação, aumente a chance de a pessoa que perdeu encontrá-lo e ela possa fazer a devolução.
Da redação
O Jornal da Copa, publicado diariamente pelo Cel RR Ferreira Filho, publicou uma crônica intitulada A Copa dos Povos, de autoria do Cel RR José Valdinar de Oliviera Lopes, outro expoente no mundo dos esportes. Confira a crônica na íntegra.
A copa dos povos
Evento que caminha para completar 100 anos, a copa do mundo de futebol tem condões e poderes diferenciados de todas as outras possibilidades esportivas.
Um destes diferencias é o envolvimento do prazer, da simpatia pelo esporte e pela competição. Diferentemente dos torneios nacionais, onde há torcedores apaixonados por times específicos, nas copas mundiais a empatia é dirigida à beleza e à arte do esporte, à surpresa que cada partida traz ao observador, ao assistente. Quase sempre seleções de países menos tradicionais na arte esportiva, ao apresentarem um bom futebol, ganham a simpatia do torcedor. Isto aconteceu com a seleção de Camarões, e se repete agora, com a de Cabo Verde.
O interesse simplista na vitória, ao final dos 90 minutos que dura a partida, perde o sentido. Vê-se muito mais a capacidade e a maneira de se comportar que caracteriza cada povo, independente da sua história evolutiva, das suas tradições, dos seus eventos civilizatórios, embora aqui e ali a determinação dos atletas reflita sua consideração a respeito do adversário, a respeito do outro, a respeito da competição em si, e a respeito da importância daquele evento.
Antes resumida a 13 países, no seu surgimento em 1928, nesta versão de 2026 somam 48 as nações envolvidas. São 48 conscientizações pessoais em campo. 48 maneiras próprias de visualizar as situações, a vida e o viver, apesar da tentativa de globalização dos hábitos e costumes, que busca uniformizar o ser humano.
Impossível. A essência humana jamais será uma só. Jamais. Basta olhar, diferenciadamente, os jogos e os comportamentos destas 48 corporações. Ninguém, em comum, mata ou morre pela vitória.
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