Neste primeiro dia do mês de março, os integrantes do grupo sessentões da praça estiveram reunidos na praça Coronel Borges no centro de Floriano, compartilhando ideias, contando histórias que lembram os bons tempos da Princesa do Sul, abordando temas diversos num processo de ensino/aprendizagem entre si. Independente do nível de escolaridade, cada integrante tem a sua experiência de vida que serve de lição para os demais. Todos são doutores na faculdade da vida e a prova disso é que ao passar dos sessenta já superaram várias provas nesta vida.
Os registros feitos no portal jc24horas não têm o objetivo somente de divulgar o encontro, mas também de materializar e eternizar para que possa ser visto por futuras gerações e para que os jovens possam conhecer um pouco desses ilustres senhores sexagenários que fazem parte da história de Floriano. Todos eles fazem parte da história de Floriano, mas vivem o presente com planos para o futuro.
Da redação
Na noite deste sábado (28) os integrantes da AAFLOR estiveram juntos para mais uma reunião que aconteceu no restaurante O Djalma, que fica localizado na Av. Esmaragdo de Freitas, na beira do rio. Durante o encontro festivo, houve declamação de poesia, apresentação de cantores, dinâmica do chapéu e muito papo saudável, tendo a cultura como tema central.
O número de pessoas presentes foi inferior ao da reunião anterior, que também aconteceu naquele local, mas a alegria, descontração e as artes foram presenças marcantes que proporcionaram uma noite de entretenimento realmente memorável.
Da redação
Desde o momento em que foi comunicado o falecimento da senhora Marinêz Morais, a residência dos seus familiares começou a receber um grande número de pessoas, incluindo familiares, parentes, amigos e clientes de Elias Eletricista, que era o esposo da saudosa dona Marinêz.
Durante todo o tempo do velório, as pessoas se revezavam na casa, de maneira que ela permaneceu lotada o tempo inteiro.
Por volta da meia-noite de sexta para sábado, todos saíram em cortejo em direção ao povoado Barro Rachado, zona rural da cidade de Barão de Grajaú, onde o velório foi dado sequência e, em seguida, ocorreu o sepultamento da dona Marinêz Morais. Avaliando a quantidade de pessoas e as qualidades de cada uma delas, podemos deduzir quão grande ser humano nós perdemos e o céu ganhou.
Desde expoentes da nossa sociedade até pessoas simples, como um senhor que trabalha como flanelinha na praça e, nas horas vagas, vende cajus, todos foram dar o último adeus na despedida da dona Marinêz. "Ela era minha fregueza de caju". Disse com tristeza o flanelinha.
Da redação
Página 4 de 760