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Quatro pessoas foram presas nesta segunda-feira (18) por cometer crimes contra programas do governo federal, como o Bolsa Família, por exemplo, em São José do Rio Preto (SP). Os suspeitos foram presos pela Polícia Militar, mas foram levados para a Polícia Federal já que os crimes foram contra programas da União.

golpista 1Dinheiro e cartões apreendidos pela polícia (Foto: Divulgação/Polícia Militar)

Segundo informações da polícia, os suspeitos foram detidos em frente a uma agência bancária na avenida Mirassolândia, região norte da cidade. Com eles foram apreendidos dinheiro e também cartões com vários nomes do Bolsa Família. “Tivemos uma denúncia de pessoas com vários cartões estavam sacando dinheiro. Chegamos ao local e um suspeito fugiu em uma caminhonete, mas outros ficaram e vimos vários cartões com vários nomes”, afirma a tenente Amália Paci, da Polícia Militar.


A polícia foi até a casa de um suspeito preso, onde foi apreendido R$ 22 mil e várias carteiras de trabalho. “A suspeita é que haja uma quadrilha bem maior atrás disso tudo, tem os aliciadores e outros que só fazem o saque. A Polícia Federal já está investigando”, afirma.

 

Fonte: G1

O pai considerado suspeito pela polícia de matar o próprio filho espancado em Peruíbe, no litoral de São Paulo, se entregou no começo da tarde desta segunda-feira (18). Ele se apresentou à polícia de Itanhaém e em seguida foi levado até o Distrito Policial Sede de Peruíbe, onde foi interrogado pelas autoridades e preso.

momoMenino morreu após ser espancado pelo próprio pai em Peruíbe (Foto: G1)

Felipe de Jesus Soares Araújo, de 32 anos, é suspeito de espancar seu próprio filho, Rafael, de cinco anos. De acordo com a polícia e parentes da criança, o menino foi espancado porque deu trabalho ao pai na hora de comer. O crime aconteceu na noite da última sexta-feira (15), e o homem fugiu após a Polícia Militar ser acionada.

 

Além de Felipe, a mãe do menino Rafael também será ouvida pelos investigadores responsáveis pelo caso.


Segundo a madrinha da vítima, Luciana da Silva, de 34 anos, Felipe ligou para o celular da mãe de Rafael no dia seguinte ao crime.
"Por conta da confusão, o celular dela [mãe de Rafael] acabou ficando comigo, portanto quando o Felipe me ligou, eu que atendi. Ele disse que a culpa não era dele, que ele não teve a intenção de matar o menino. Eu pedi para ele se entregar, mas ele disse que não ia fazer porque estava com medo de ser morto por alguém. Nesse momento, eu disse que iria enterrar o filho dele e a ligação caiu", disse Luciana.


Ela conta também que conversou com a mãe do garoto, que está 'arrasada' com a situação.

 

Comportamento violento
A madrinha da criança diz que Felipe afirmou mais de uma vez que não gostava do filho e que o suspeito tinha um comportamento violento, que deixava a mãe de Rafael com medo.
"Certa vez, ele disse que não tinha nenhum amor pelo Rafael. Ele também era muito violento, e o medo era um dos motivos que mantinha a mãe do Rafael morando com esse monstro. Eu cheguei a sugerir para ela morar comigo, mas ele ameaçava ela caso saísse de casa", disse.


Perplexa com o ocorrido, Luciana pede para que alguém que tenha informações sobre o paradeiro de Felipe denuncie à polícia. "Toda a família está arrasada. Só queremos justiça. O pior de tudo foi vê-lo dentro do caixão, todo machucado. Esse menino era uma pessoa especial", desabafa.

 

Fonte: G1

A defesa do ex-jogador de futebol Edilson "Capeta", preso neste sábado (16) em Brasília por não pagar R$ 430 mil em pensão alimentícia, disse que ele pretende quitar três parcelas atrasadas. Com correção monetária, o valor é estimado em cerca de R$ 30 mil. Ao G1, o advogado Thiago Phileto informou que vai pedir a liberdade do ex-atleta.

edilson2O ex-jogador do Corinthians e da seleção brasileira Edilson 'Capetinha', que foi preso em Brasília por não pagar pensão alimentícia (Foto: TV Globo/Reprodução)
Phileto também declarou que "a atual situação financeira" de Edilson não permite a ele pagar a pensão de dez salários mínimos (R$ 8,8 mil por mês) e que por isso vai entrar com pedido de redução do valor. "Entendemos que o valor está fora do que deve ser previsto", disse o advogado. Ele não detalhou quais são as difficuldades financeiras do ex-jogador.

De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal, por se tratar de uma prisão civil, Edilson pode ficar detido por 60 dias, prorrogáveis por mais 30. A única forma de o ex-jogador ser solto é mediante o pagamento total da dívida ou por meio de um acordo, com parcelamento na Justiça. Até a tarde deste segunda (18), o débito não havia sido pago.

Ainda segundo o advogado, o ex-jogador está "tranquilo" e acredita na liberdade. Edilson está sozinho em uma cela na Delegacia de Polícia Especializada da Polícia Civil do Distrito Federal. O valor é a soma de três anos, corrigidos, do benefício atrasado.
Ao G1, o advogado da mãe do filho de Edilson, Eduardo Gasparini, disse que a prisão é uma medida de "extrema exceção", mas, "às vezes, é a única forma de cobrar o pagamento".

Segundo o advogado, a pensão alimentícia está estabelecida desde 2010. Nos dois anos seguintes, a mulher e Edilson entraram em acordo com relação aos pagamentos. No entanto, em 2013, o ex-jogador da seleção brasileira parou de depositar o benefício. Foi quando nova ação foi estabelecida e, desde então, não houve mais pagamentos.

"As pessoas ficam espantadas pelo valor alto de R$ 430 mil, mas aí estão incluídos juros e correções referentes a três anos de débitos. Mesmo que seja alto, esse valor vai de acordo com as condições do pai. Quando se estabelece o valor de uma pensão, leva-se em consideração a necessidade da criança e possibilidade do pai."

De acordo com Gasparini, o valor inicial da ação era de R$ 20 mil e foi estabelecida em junho de 2013, quando Edilson já estava devendo três meses de pensão. Desde então, o ex-jogador tem sido procurado para efetuar os pagamentos.

"O Edilson reconhece a criança como filho, ajudou de algumas formas, mas nunca foi presente", conta o advogado. De acordo com Gasparini, várias cartas precatórias foram expedidas para a Bahia, onde Edilson mora, a fim de contatar o ex-jogador, sem sucesso.

"Ele foi citado [interpelado por um oficial de Justiça pessoalmente] em janeiro de 2016, então teve mais uma chance de pagar os valores devidos. Quando soubemos que ele viria para Brasília, vimos uma oportunidade de resolver essa situação." Um mandado de prisão contra Edilson foi expedido pela 2ª Vara de Família do DF na última sexta-feira (15).

Gasparini afirma que, devido ao desgaste provocado pela situação, as chances de o valor ser reduzido em um acordo é improvável. "Pelo rito da lei de alimentos, não há possibilidade de pagar fiança. Nesses casos, duas coisas podem acontecer: ou ele paga o valor total, ou pode tentar um acordo, pagando em diversas vezes, mas quem decide se aceita ou não é a parte requerente."

Em setembro de 2015, o ex-jogador foi alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de fraudes no pagamento de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal (veja vídeo). Na época, agentes da PF apreenderam discos rígidos e computadores na casa de Edilson, que negou envolvimento com o esquema investigado.
Carreira
Edillson da Silva Ferreira, conhecido como Edilson Capetinha, começou a carreira em 1987 no clube Industrial, um time do Espírito Santo. Ele passou também pelo Corinthians, Flamengo, Palmeiras e Bahia. Pela seleção brasileira, o jogador foi pentacampeão na Copa do Mundo de 2002.

 

Fonte: G1

obra 3 300x250eQuatro suspeitos de realizarem diversos assaltos na zona Sudeste de Teresina foram detidos na tarde desta segunda-feira (18/07) por policiais da Força Tática do 8º Batalhão da Polícia Militar.

 

A ação aconteceu depois que os suspeitos assaltaram um comércio localizado no bairro Dirceu Arcoverde. Na casa de um dos suspeitos a polícia encontrou a quantia de quase R$ 40 mil em espécie, dois revólveres 38 com 11 munições intactas e uma Hilux que teria sido roubada durante o assalto e depois foi abandonada. Agora o mais curioso é que o bando possuía uma farda de gari da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro.

 

A polícia informou que o quarteto é bastante perigoso e organizado e que eles teriam tentado esconder as armas enterrando no quintal da casa. A polícia agora investiga a relação do bando com as fardas de gari, se eles usavam o traje para praticar crimes e como era feito.

 

Todos os detidos foram encaminhados para a Central de Flagrantes para os procedimentos legais.

 

Fonte: 180 graus

  • Cabedo
  • Ada Atten
  • Espeto e Cia