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Foi dramático, sofrido, mas o Flamengo está nas quartas de final da Copa Libertadores, após vencer o Emelec, por 2 a 0, no tempo normal, e por 4 a 2, nos pênaltis. No jogo em Guayaquil, a vitória fora dos equatorianos também por 2 a 0. Com o resultado, o time carioca vai enfrentar o Internacional na briga por uma vaga nas semifinais. Desde 2010 que os cariocas não passavam das oitavas na competição sul-americana.

fdd9eb1aad158ca3b5e8b5b777b96ba1Fotos: Alexandre Vidal e Marcelo Cortes / Flamengo

A classificação evita uma crise na Gávea, afinal uma nova eliminação seria vexatória para o clube de maior investimento no ano. O Flamengo foi eliminado na Copa do Brasil pelo Athletico-PR.

O Flamengo começou o jogo com o espírito de seus torcedores, que gritavam "Vamos virar, Mengo". Em quatro minutos, foram quatro boas chances para abrir o placar. Logo aos 23 segundos, Willian Arão chutou com perigo sobre o gol de Dreer. Aos 2, foi a vez de Éverton Ribeiro errar o alvo. Aos 4, Gabriel falhou duas vezes no mesmo lance.

Mas a pressão foi enorme e o primeiro gol saiu aos 10. O árbitro deu pênalti em Rafinha. Gabriel bateu com categoria: 1 a 0. Bruno Henrique tomou conta do jogo, criou duas boas oportunidades, antes de fazer a assistência para o segundo gol de Gabriel, aos 19.

Mesmo em desvantagem no placar, o Emelec não se abriu, pareceu satisfeito com a possibilidade de decidir nos pênaltis. Os equatorianos não encontraram possibilidades de contra-ataque, porque a defesa carioca estava protegida pela boa atuação de Cuéllar e Willian Arão.

Outro destaque do Flamengo no primeiro tempo foi a dupla de zaga formada por Thuler e Pablo Mari. Segura, entrosada e confiante. Só uma vez o Flamengo falhou na cobertura e os velozes Guerrero e Queiróz quase conseguiram surpreender Diego Alves.

No segundo tempo, o entusiasmo nas arquibancadas foi o mesmo, mas a postura do Emelec e do Flamengo mudaram. Os equatorianos partiram para o ataque e Queiróz quase fez o primeiro gol dos visitantes. Aos dois minutos, o chute saiu forte e Diego Alves apenas torceu para a bola sair. Aos sete, o goleiro pegou bem outro chute forte, desta vez de Caicedo.

Aos 13, Jorge Jesus percebeu que Everton Ribeiro não voltou com o mesmo desempenho da primeira etapa e o substituiu por Arrascaeta. No primeiro lance, o uruguaio cobrou escanteio, Bruno Henrique desviou e Thuler, na segunda trave, perdeu grande chance.

Gabriel voltou a sentir dores na perna esquerda e foi substituído por Reinier. O Flamengo perdeu o poder de criação, enquanto o Emelec passou a ser mais perigoso. Carabalí, de cabeça, quase fez o primeiro gol, aos 31 minutos.

O fim do jogo foi dramático para o Flamengo, que acusou cansaço. Arrascaeta, mesmo sem totais condições de jogo, tentou armar as jogadas. O Emelec ganhou confiança em poder marcar o gol, que garantiria a classificação ainda nos 90 minutos. Mas a decisão da vaga foi mesmo para os pênaltis.

Arrascaeta, Bruno Henrique, Renê e Rafinha converteram suas cobranças. Diego Alves pegou o pênalti batido por Dixon Arroyo e viu Queiróz acertar o travessão.

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 2 x 0 EMELEC
FLAMENGO - Diego Alves; Rafinha, Thuler, Pablo Mari e Renê; Willian Arão, Gustavo Cuéllar, Gerson (Berrío) e Éverton Ribeiro (Arrascaeta); Bruno Henrique e Gabriel Barbosa (Reinier). Técnico: Jorge Jesus.
EMELEC - Dreer; Bagüí, Jaime (Joel Quintero), Caicedo e Mejía; Cabezas, Dixon Arroyo, Godoy (Cortez) e Queiróz; Guerrero (Carabalí) e Bryan Angulo. Técnico:
GOLS - Gabriel, aos 10 (pênalti) e aos 19 minutos do primeiro tempo.
CARTÕES AMARELOS - Mejía, Dixon Arroyo, Bruno Henrique, Joel Quintero, Cuéllar, Willian Arão, Cortez.
ÁRBITRO - Néstor Pitana (ARG).
RENDA - R$ 3.992.811,76.
PÚBLICO - 61.602 pagantes (67.664 no total).
LOCAL - Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).
Fonte: Estadão Conteúdo

A Fifa anunciou nesta quarta-feira os dez indicados ao prêmio de melhor técnico de futebol masculino da temporada e incluiu Tite na relação. Comandante da seleção brasileira, o treinador conduziu recentemente a equipe nacional ao título da Copa América, feito destacado pela entidade ao revelar a presença do gaúcho na seleta lista.

159081335ec3c0bb94e8a14bb1790927Foto: Reprodução/Instagram @cbf_futebol

Além disso, a Fifa também ressaltou que a seleção sofreu apenas um gol na sua vitoriosa campanha na Copa América. E também marcou 15 gols nos seis jogos disputados no torneio de seleções. Assim, Tie volta a figurar entre os dez candidatos ao prêmio, algo que ocorreu em 2017, mas não no ano passado, quando o Brasil tinha parado nas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia.

Tite não é o único técnico de seleções indicado pela Fifa para a sua premiação. A lista também conta com Djamel Belmadi, campeão da Copa Africana de Nações pela Argélia, Didier Deschamps, o comandante da França, Ricardo Gareca, finalista da Copa América com a seleção peruana, e Fernando Santos, que faturou a Liga das Nações com Portugal.

Os outros cinco treinadores concorrentes estão à frente de clubes. São eles: Marcello Gallardo, campeão da Copa Libertadores de 2018 pelo River Plate, Pep Guardiola, que faturou o Campeonato Inglês, a Copa da Inglaterra e a Copa da Liga pelo Manchester City, Jürgen Klopp, que faturou a Liga dos Campeões da Europa pelo Liverpool, Mauricio Pochettino, vice da Liga dos Campeões com o Tottenham, e Erik Ten Hag, campeão holandês e semifinalista da Liga dos Campeões com o Ajax.

Sem a presença de brasileiros, a Fifa também revelou a lista de dez candidatos ao prêmio de melhor comandante do futebol feminino. A relação tem Milena Bertolini (Itália), Jill Ellis (Estados Unidos), Peter Gerhardsson (Suécia), Futoshi Ikeda (seleção sub-20 do Japão), Toña Is (seleção sub-17 da Espanha), Joe Montemurro (Arsenal), Phil Neville (Inglaterra), Reynald Pedros (Lyon), Pal Riley (North Carolina Courage, dos EUA) e Sarina Wiegman (Holanda).

A definição dos treinadores indicados ao prêmio da Fifa se deu pelo desempenho esportivo entre 16 de julho de 2018 e 19 de julho deste ano. Os dez nomes agora serão colocados em votação, sendo que a participação popular tem peso semelhante ao de especialistas da comunidade do futebol - jornalistas e capitães e treinadores das seleções nacionais. Os três finalistas serão anunciados posteriormente, sendo que a entrega dos prêmios do Fifa The Best está agendada para 23 de setembro, em Milão.

Fonte: Estadão Conteúdo

A seleção feminina de handebol confirmou o favoritismo nesta terça-feira, ganhou da Argentina por 30 a 21 e conquistou o seu sexto título consecutivo nos Jogos Pan-Americanos. Em Lima, no Peru, além de manter a hegemonia continental, o Brasil carimbou o seu passaporte para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, no Japão, aos gritos de "é campeão" da torcida que lotou o ginásio.

46b112e1ff028b6de9032e5ea8e49754Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br

O duelo até que começou bastante equilibrado, com a Argentina acertando no ataque e o Brasil desperdiçando algumas chances. Mas as brasileiras acabaram mantendo a calma e no final do período, com dois gols de Larissa, foi para o vestiário com um empate por 12 a 12. Na etapa final, a seleção tomou logo a frente, passou a errar menos e com grande atuação de Deonise e da goleira Renata carimbou o seu passaporte para o Japão.

A armadora Deonise Fachinello conquistou a sua quarta medalha de ouro no Pan seguida. Ela foi campeã em 2007, 2011 e 2015 e agora espera ampliar a sua coleção com um ouro olímpico. "Atleta é movido a isso. É um estímulo na nossa vida. Nunca estamos satisfeitas e sempre queremos mais", comentou.

Ela foi campeã mundial com a seleção em 2013, na Sérvia, e lembra que falta uma conquista nos Jogos. "Esse é o maior sonho. Conquistamos a vaga agora e não vamos para a Olimpíada simplesmente para participar, até porque sabemos que temos condições de dar esse passo maior", explicou a jogadora.

Aos 36 anos, Deonise se mantém competitiva em alto nível à base de muito sacrifício. "A privação nos leva a esse nível e estar muito tempo na seleção. É muita dedicação. É preciso abrir mão de muita coisa quando você quer ser um atleta de alto nível. Você praticamente abre mão de sua vida pessoal, pois não pode comer, não pode tomar um drink no final de semana, sempre tem jogo, nas férias está com a seleção. É uma vida muito regrada, precisa dormir e se alimentar bem", contou.

Deonise, por exemplo, ainda não realizou o sonho de ser mãe. Vai esperar mais um pouco e continuar se cuidando em busca desse ouro olímpico. Mas ter alcançado quatro títulos no Pan, agora em Lima, a deixa bastante satisfeita. "É prazeroso estar há muitos anos na seleção. É um privilégio, pois atletas costumam ter lesões e felizmente sou bem sortuda de poder estar em muitos ciclos", disse.

Ela acredita ser possível que a nova geração tenha conquistas relevantes como ela teve na seleção e tenta ajudar nessa transição. "Tento passar essa experiência para as mais novas para deixar um legado e um caminho aberto para elas. Eu acho que é possível ter novas conquistas, mas precisa abrir mão de muitas coisas e as meninas mais novas precisam ser conscientes disso já nessa idade".

A jogadora elogia suas companheiras e vê um grande potencial para a seleção feminina se as atletas mantiverem o foco e a seriedade. "Em 2013 conquistamos o Mundial e agora também temos uma geração forte. São meninas novas que são muito boas individualmente, taticamente e coletivamente, e com certeza o handebol tem futuro com essa geração", afirmou.

No grupo campeão, as mais experientes são ela, Duda Amorim, Ana Paula e a goleira Babi. No Pan em Lima, elas conseguiram, junto com as jovens, manter o Brasil vencedor. "Às vezes a gente pega no pé, mas somos tranquilas. É na quadra que elas precisam focar no que a gente precisa fazer. Fora a gente brinca e elas são conscientes do que precisam fazer para chegar onde chegamos e tentar conquistar os títulos".

Por Paulo Favero
Estadão Conteúdo

O Brasil ganhou nesta terça-feira em Lima, no Peru, uma medalha de ouro no levantamento de peso, de forma arrasadora, que já era esperada. Mesmo sem conseguir os seus melhores resultados, Fernando Reis, quarto colocado no Mundial do ano passado, conquistou o tri nos Jogos Pan-Americanos. Com 190kg no arranco e 230kg no arremesso, em um total de 420kg, o brasileiro fez 21kg a mais que o segundo colocado - em Toronto-2015, ele venceu com uma diferença de 51kg para o medalhista de prata.

2e729e9d386fd5d4a314aeb665283d4aFoto: Pedro Ramos/ rededoesporte.gov.br

Vindo de uma cirurgia no joelho no final do ano passado, Fernando Reis esteve longe das suas melhores marcas no levantamento de peso, que são 201kg no arranco e 240kg no arremesso. Mas foi absoluto na prova que teve o cubano Luis Manuel Lauret, que ergueu 181kg no arranco e 218kg no arremesso, com a prata. Completou o pódio da categoria acima de 109kg o mexicano Raul Manriquez, com 175kg de arranco e 218kg de arremesso.

"Me senti muito bem, confesso que estava receoso antes da prova. Estou no caminho certo e consegui testar o joelho. A gente passou por um processo bem complicado com a cirurgia. O COB me deu todo o respaldo. Mostra que estamos no caminho certo para o Mundial e a Olimpíada", disse Fernando Reis, em entrevista ao SporTV. "Agora a minha meta é abrir a cabeça porque a parte psicológica é complicada. O medico fez um bom trabalho. Saio da competição bem fisicamente e psicologicamente. Nosso objetivo é conquistar o mundo".

Outra medalha brasileira nesta terça-feira veio no boliche. E por pouco não foi o ouro. Marcelo Suartz, que defendia o título de Toronto-2015, faturou a prata após perder a final para o norte-americano Nicholas Pate por 190 a 189.

Com a conquista, Marcelo Suartz agora soma uma medalha de cada cor em Jogos Pan-Americanos. Ele já havia ganhado o bronze em Guadalajara-2011, no México, e ouro no Canadá há quatro anos. O também norte-americano Jakob Butturff e o porto-riquenho Jean Perez saíram da disputa com a medalha de bronze.

No tiro esportivo, Roberto Schmits conquistou a medalha de bronze na fossa olímpica. Os norte-americanos Brian Burrows e Derek Hadelmen foram ouro e prata, respectivamente. Os dois ficaram com as vagas olímpicas em disputa.

BOXE - O Brasil já garantiu seis medalhas no Pan. Das seis semifinais disputadas nesta terça-feira, quatro venceram e lutarão pelo ouro. Entre os homens, Keno Marley derrotou o mexicano Rogelio Torres, na categoria até 81kg, e Herbert Conceição bateu o norte-americano Troy Isley na até 75kg. No feminino, Jucielen Romeu ganhou da norte-americana Yarisel Ramirez na categoria de 54 a 57kg e Beatriz Ferreira venceu Rashida Ellis, também dos Estados Unidos, na entre 57 e 60kg.

As derrotas nas semifinais, que ao menos valeram o bronze, foram de Abner Teixeira para o cubano Erislandy Savón, sobrinho do lendário boxeador Félix Savón (tricampeão olímpico), na categoria até 91kg, e de Flávia Figueiredo para a norte-americana Naomi Graham, na entre 69 e 75kg.

QUADRO DE MEDALHAS - Com o final do quarto dia oficial de disputas, o Brasil está em terceiro lugar no quadro de medalhas. São 35 medalhas no total, sendo 11 de ouro, oito de prata e 16 de bronze.

A liderança é dos Estados Unidos, que já ganharam 66 medalhas - 28 de ouro, 22 de prata e 16 de bronze. Os norte-americanos são seguidos pelo vizinho México, que conquistou 44 pódios até agora: 13 de ouro, oito de prata e 23 de bronze.

Por Almir Leite
Estadão Conteúdo

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